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sexta-feira, maio 15

O LUGAR DAS COISAS




A des-espacializacao de um objeto.
O lugar das coisas.

Nao se trata (apenas) de um objeto transposto de seu lugar comum ou de sua funcao conhecida. Mas da geracao de um espaco deslocado em si pela recolocacao das coisas, o espaço (nao a coisa) resignificado, alterando a partir dai as funções normais/banais dos objetos.

Esse espaco presupoem uma acao e o corpo que opera essa ação.
O objeto que (se) deixa ver (como) um corpo, subentendido na materialidade formal de uma ausência incorpórea.

O lugar das coisas e os espacos entre as coisas: O imprevisível devir.

Espacos de museu (fisico e conceitual) sao propicios, talvez porque ja estejam normatizados, definidos como o espaco do efemero, do possivel, da perpetua resignificacao dos sentidos, do deslocamento da subjetividade.

O corpo que se deixa ver pelas coisas, que antecede e subverte o mecanismo de compreensão de si mesmo.

1 comentários:

Núcleo do Dirceu disse...

me fez tambem pensar ao contrario: a reespacializacao do corpo junto as coisas, o reconhecimento do espaco e seus objetos como segunda natureza humana, o corpo que se adapta naturalmente ao lugar e seus objetos atraves de um reconhecimento instantaneo pois o corpo reconhece naturalmente seus significados e funcionamentos, o corpo que pensa em sentar quando entra num espaco cheio de cadeiras, trepar na mesa da sala ou na pia da cozinha pra conseguir um estado diferente de excitacao e desejo ao mesmo tempo que resignifica aquele objeto ao qual se trepa em cima...

fabio crazy da silva